Pensamentos Sensuais

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Pensamentos Sensuais
Durante as minhas férias de 2020, tive uma ideia que mudaria minha vida. Eu resolvi criar um grupo de contos eróticos para mulheres. Sim, só para elas.
No início, eu fui muito tímido, escrevendo aqui e ali. Mas depois tomei gosto...

Pensamentos Sensuais

Durante as minhas férias de 2020, tive uma ideia que mudaria minha vida. Eu resolvi criar um grupo de contos eróticos para mulheres. Sim, só para elas.
No início, eu fui muito tímido, escrevendo aqui e ali. Mas depois tomei gosto pela escrita e virou meu hobby.

O grupo passou por várias fases, e hoje conta com várias participantes. A ideia é simples: Escrever Contos e Textos para as mulheres poderem ler a vontade, sem julgamentos e culpas, usando uma linguagem sensual e sem palavras explícitas, agradando ao olhos de quem lê. Apenas as mulheres têm a verdadeira sensibilidade para ler e apreciar o conteúdo do Pensamentos Sensuais.

A comunidade LGBT também me agraciou com as curtidas e novas amizades que eu fiz aqui. Estamos caminhando para mais um ano de existência e vocês são a razão de tudo isso. Sem as curtidas e comentários de vocês (vou esperar, viram?) eu não teria chegado até aqui.

Para ampliar meu contato com vocês, eu trago novidades:

*Uma nova Logo e dois grupos, o Leituras Sensuais e Amigos Sensuais, ambos dentro do Instagram, já estão criados. Quem quiser entrar para papear é só me avisar.
*Um Canal no Telegram com cenas que vem acompanhadas dos meus textos.
*Um canal no Telegram apenas para Meninas que gostam de Meninas, com cenas acompanhadas com meus textos.
*Meu Wattpad, contendo minhas obras já publicadas e algumas em andamento.

Obrigado a todas vocês, Mulheres Sensuais.

Atenciosamente,
Ismael Faria
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Noite e confraternização na empresa. Pessoas celebrando, bebendo e comendo, rindo dos mais variados assuntos, entretidos no círculo de amizade deles. Eu noto grupos separados e reparo no quanto cada círculo exclui o círculo ao lado. Manifesta-se um ambiente ambíguo ali. Para alguns, tudo dentro da normalidade. Para mim, não passa de apenas de uma multidão de pessoas de boa convivência comigo, mas com quem eu não me entusiasmaria em compartilhar os segredos mais quentes que eu guardo.

De repente, no salão, sentada no bar que foi montado ali para o Coquetel da empresa, noto uma figura singular, de olhos penetrantes, me desafiando a olhar para ela de volta, como se fosse um sinal, um passe livre para que ela sentisse uma abertura para se aproximar de mim. Um vestido preto se moldava às suas curvas e suas pernas cruzadas eram de seduzir quem ela quisesse ter naquela noite. Cabelos negros e finos, compridos ao ponto de esconderem suas costas, devidamente jogados de lado, dando um charme todos especial a ela. Eu me mantinha em guarda, apenas retribuindo os olhares que ela lançava para mim.

Com a cabeça, ela faz um gesto de “venha aqui” de forma magnética, me chamando até ela. Congelei. Eu não sabia como reagir àquela presença tão marcante. Consigo dar alguns passos, mas meu coração e pulso parecem totalmente fora de controle. Caminhei devagar, pois, mesmo que ela achasse que estava no controle daquela situação, eu não iria me entregar sem alguma resistência. Cheguei até ao bar e me sentei ao lado dela, que me olhava como se exercesse já alguma espécie de domínio sobre mim. Nossos olhares se encontraram e eu já sentia o ar de perigo.

Noite e confraternização na empresa. Pessoas celebrando, bebendo e comendo, rindo dos mais variados assuntos, entretidos no círculo de amizade deles. Eu noto grupos separados e reparo no quanto cada círculo exclui o círculo ao lado. Manifesta-se um ambiente ambíguo ali. Para alguns, tudo dentro da normalidade. Para mim, não passa de apenas de uma multidão de pessoas de boa convivência comigo, mas com quem eu não me entusiasmaria em compartilhar os segredos mais quentes que eu guardo.

De repente, no salão, sentada no bar que foi montado ali para o Coquetel da empresa, noto uma figura singular, de olhos penetrantes, me desafiando a olhar para ela de volta, como se fosse um sinal, um passe livre para que ela sentisse uma abertura para se aproximar de mim. Um vestido preto se moldava às suas curvas e suas pernas cruzadas eram de seduzir quem ela quisesse ter naquela noite. Cabelos negros e finos, compridos ao ponto de esconderem suas costas, devidamente jogados de lado, dando um charme todos especial a ela. Eu me mantinha em guarda, apenas retribuindo os olhares que ela lançava para mim.

Com a cabeça, ela faz um gesto de “venha aqui” de forma magnética, me chamando até ela. Congelei. Eu não sabia como reagir àquela presença tão marcante. Consigo dar alguns passos, mas meu coração e pulso parecem totalmente fora de controle. Caminhei devagar, pois, mesmo que ela achasse que estava no controle daquela situação, eu não iria me entregar sem alguma resistência. Cheguei até ao bar e me sentei ao lado dela, que me olhava como se exercesse já alguma espécie de domínio sobre mim. Nossos olhares se encontraram e eu já sentia o ar de perigo.

Noite e confraternização na empresa. Pessoas celebrando, bebendo e comendo, rindo dos mais variados assuntos, entretidos no círculo de amizade deles. Eu noto grupos separados e reparo no quanto cada círculo exclui o círculo ao lado. Manifesta-se um ambiente ambíguo ali. Para alguns, tudo dentro da normalidade. Para mim, não passa de apenas de uma multidão de pessoas de boa convivência comigo, mas com quem eu não me entusiasmaria em compartilhar os segredos mais quentes que eu guardo.

De repente, no salão, sentada no bar que foi montado ali para o Coquetel da empresa, noto uma figura singular, de olhos penetrantes, me desafiando a olhar para ela de volta, como se fosse um sinal, um passe livre para que ela sentisse uma abertura para se aproximar de mim. Um vestido preto se moldava às suas curvas e suas pernas cruzadas eram de seduzir quem ela quisesse ter naquela noite. Cabelos negros e finos, compridos ao ponto de esconderem suas costas, devidamente jogados de lado, dando um charme todos especial a ela. Eu me mantinha em guarda, apenas retribuindo os olhares que ela lançava para mim.

Com a cabeça, ela faz um gesto de “venha aqui” de forma magnética, me chamando até ela. Congelei. Eu não sabia como reagir àquela presença tão marcante. Consigo dar alguns passos, mas meu coração e pulso parecem totalmente fora de controle. Caminhei devagar, pois, mesmo que ela achasse que estava no controle daquela situação, eu não iria me entregar sem alguma resistência. Cheguei até ao bar e me sentei ao lado dela, que me olhava como se exercesse já alguma espécie de domínio sobre mim. Nossos olhares se encontraram e eu já sentia o ar de perigo.

No sofá que há ali, nós nos jogamos uma sobre a outra e Alicia voltou a sugar minha vulva. Aquela língua estava a meu serviço, sugando cada gota que vinha dali. Me puxando para ela, trocamos mais beijos ardorosos e nossos corpos pediam pela conexão vindoura. Cruzamos nossas pernas e a sensação da vulva de Alícia contra a minha era inexplicável. Estávamos molhadas, escorrendo entre as pernas e nossos movimentos foram incríveis, que nos faziam sentir um prazer juntas que nos impulsionava a gritarmos, mas nos permitimos gemer baixinho, a fim de mantermos aquele momento em segredo dos olhares dos outros.

Deitei Alícia e fui mostrar a ela do que a minha boca é capaz. Passeei minha língua naquela pele suave, sentindo o gosto dela. Quando tive o contato da minha boca com os seios de Alícia, pude sentir como são macios e volumosos. Ela gemia tão gostoso, parecendo uma melodia que me incitava a querer mais do corpo dela. Uma loucura gostosa demais. Até nos esquecemos que havia uma festa ali, poucos corredores próximos da minha sala, e nós ali, nos amando sem saber nada uma da outra além do que estávamos descobrindo naquele momento tão sublime. Eu sentia na ponta dos dedos aquele corpo estupendo, se contorcendo com as minhas carícias. Nos permitimos naquela sala. Era nosso espaço, nosso esconderijo.

Sou a única detentora da chave dela, o que nos dava total privacidade para fazermos amor da forma que quiséssemos. Nada nem ninguém poderia nos interromper ali, naquele instante em que nos descobríamos excelentes amantes, desbravando o corpo uma da outra.

Eu já tive várias aventuras com homens e com mulheres, inclusive com ambos ao mesmo tempo, mas aquela ocasião era diferente. Era totalmente diferente. Alícia me permitiu sentir o corpo dela por completo. Eu parecia uma cachoeira em minha intimidade, pois eu me tocava enquanto provava o sabor de Alícia. Eu sentia meu botão inchar, prova de que minha excitação estava no seu auge.

Nossos corpos queriam mais prazer. Então, fomos ao limite. Alícia me deitou no sofá e veio sobre mim, colando sua intimidade na minha. O simples contato já me deixou em brasas. Enquanto fazíamos nossos movimentos sincronizarem, começamos as provocações:

- Eu te sinto inteira!

- Eu também. Não para.

- Céus! Você é incrível.

- Humpf! Você.

Alícia ainda me deu aquelas fatais mordidas à ponta da orelha. Aquilo era mais um gatilho para me deixar provocada. Eu a sentia tão molhada quanto eu. Cruzamos nossas pernas para aumentarmos o contato entre nossas vulvas. Não conseguiríamos parar, mesmo que fosse de nossa vontade.

Na ânsia de algo novo, virei Alícia a deitar-se de costas para mim. Nossos corpos se encaixaram perfeitamente e comecei a movimentar meu corpo contra o dela, colocando a minha mão em sua vulva, tocando-a.

- Nossa! Que gostoso. Não pare. Quero mais.

- Você vai ter. Quero que sinta meus dedos.

- Sinto. Sinto você me tocar tão bem.

Alícia colocou a mão sobre a minha, fazendo os movimentos dos meus dedos tomarem outro ritmo. Quanto mais eu a tocava, mais seus gemidos aumentavam, indo às raias da loucura. Eu puxava seus cabelos, entrelaçados entre os dedos da minha mão esquerda, domando-a por completo, enquanto minha vulva roçava em seu bumbum. Foi uma das posições mais gostosas que fizemos.

De repente, Alícia começou a se agitar ainda mais. Eu senti seu líquido escorrer pela mão direita, uma vez que meus dedos estavam ali, em movimentos circulares. Era ela, tendo seu primeiro ápice. Voltando-se para mim, Alícia ainda me queria mais, pois me puxou para que voltássemos a roçar juntas. O beijo dela era desesperado, como querendo provar para mim o quão louca eu a havia deixado. Faltava fôlego nela, mais a vontade de devorar minha boca era ainda maior.

Viramos de forma invertida e sugamos uma à outra com toda a fúria. Eu sentia o gosto do ápice de Alícia e ela queria provocar o meu. Usando os nossos lábios e línguas uma na outra, fomos atingindo níveis incríveis de ansiedade, excitação e todo o tipo de sensações que poderíamos provocar uma na outra.

Me voltei para Alícia e cruzamos uma vez mais as pernas, fazendo com que nossas vulvas se encontrassem novamente e voltássemos a fazer com que a fricção entre elas nos levasse ao limiar daquele momento. Estávamos loucas, desaforadas, nos querendo. Onde, em sã consciência, eu conseguiria imaginar que iria ter aquele momento ali, dentro da minha sala, enquanto meus superiores e colegas de trabalho estavam confraternizando? Era um pensamento que vinha e passava rapidamente, pois só Alícia me importava.

Suávamos ao ponto de encharcar o sofá, que é de courino, pois estávamos usando toda a força para fazermos amor ali. Quanto mais roçávamos, parecia que não nos saciávamos. Estava tão bom quanto possível. Fomos à loucura naquele sofá. Eu nunca havia sentido nada, nem com o mais fogoso dos homens. Alícia é um furacão na cama.

Nossas mãos buscaram nossos seios. Alícia usava seus dedos para tocar e apertar meus bicos. Ela ficava me atiçando com aquele olhar irresistível e dizendo palavras ousadas, que me faziam sentir mais excitação ainda. Eu inclinava meu corpo para poder beijá-la, logicamente sem parar meus movimentos. Nossas mãos se pegaram e continuamos roçando, com bocas coladas e o suor escorrendo de nossos corpos a cada movimento. Gemíamos, querendo quase gritar, mas contínhamos essa última por não querer que nada nos interrompesse.

Quando comecei a sentir que meu ápice estava chegando, Alícia me agarrou fortemente e me puxou para que eu conseguisse me movimentar com mais intensidade. Comecei a gemer mais alto, sendo calada pelo beijo de Alícia, até que meu ápice explodiu em um squirt intenso e avassalador. Exaustas estávamos, felizes e saciadas com o sexo incrível que fizemos.

Por sorte, minha sala tem um toalete, onde fomos nos lavar, tomando cuidado para não molharmos nossos cabelos, pois estavam fáceis de serem penteados. Recompostas, nos vestimos e voltamos para o coquetel, sem que ninguém desconfiasse de que havíamos estado em minha sala e do que fizemos lá dentro. Voltamos para aquele mar de olhares e para as conversas ali.

No final daquela noite, nos despedimos como se tivéssemos apenas um encontro casual, de duas pessoas que se conheceram. Mas, na verdade, estávamos para iniciar o maior dos casos. Duas mulheres lindas, envolventes, marcadas por uma noite de paixão que jamais esqueceríamos.

Telefones trocados, tínhamos a intenção de irmos cada uma para sua casa, mas, no momento do boa noite, longe da vista de todos, um último beijo foi o estopim para reacender toda aquela chama que nos envolveu na minha sala. Como Alícia não estava de carro, peguei-a pela mão e a coloquei em meu carro, levando-a comigo para repetirmos tudo, agora, com toda a liberdade que nos assistiria em meu loft. Ali, sim, Alícia e eu poderíamos deixar acontecer tudo, entre prazeres, gemidos e gritos, tudo com total privacidade, longe dos olhares e ouvidos que pudessem nos comprometer.


Autor Ismael Faria

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS

LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Madrugada de chuva forte e duradoura. Havíamos tomado algumas doses de drink e aproveitado bons momentos de conversa naquele restaurante onde fomos. Eu dirigia rumo à casa de Laila para deixá-la, mas a chuva foi cruel demais com a cidade e o risco era alto demais para seguir dirigindo.

Procurei refúgio embaixo de um viaduto. Ficamos ali, olhando aquela chuva cair, acompanhada de ventos e raios, criando uma belíssima visão. Eu esperava que ela cedesse para que eu pudesse seguir caminho até a casa de Laila.

Passados alguns instantes, notei o olhar de Laila. Era o olhar de uma felina, prestes a pegar sua presa. Ela começou a levantar seu vestido, mostrando aquelas pernas lisas e torneadas. Laila é uma negra belíssima, de pele brilhante como uma pérola e olhos castanhos irresistíveis. Seu vestido era solto, de saia rodada, que se moldava às suas curvas.

Quando dei por mim, Laila puxava minha mão para a sua perna, fazendo-a deslizar e ali. A sensação que eu tive era de estar tocando seda pura e sensível, pois a pele de Laila se arrepiou completamente.

Com aquela mordida de lábios lacradora, Laila deixou claro que aquele clima era mais do que propício para que tivéssemos toda a ousadia de fazermos amor ali, dentro do carro. Fomos para o banco de trás e Laila se sentou de forma provocante, tirando sua lingerie e se abrindo para que eu meus lábios pousassem em sua vulva.

Os vidros começaram a ficar embaçados e, enquanto eu me deliciava com Laila, as mãos dela seguravam os bancos, pois ela estava mexendo seus quadris para que eu a sentisse em minha boca. Uma das mãos foi ao vidro, deixando uma marca ali. Laila gemia, pedia mais e se contorcia em minha boca. Seu mel escorria em meus lábios de forma doce e abundante. Estávamos totalmente protegidos sob aquele viaduto e nada atrapalharia aquela madrugada de prazer.

Laila me interrompeu e passou a tirar seu vestido, me mostrando toda a sua beleza e sensualidade. Meus olhos ficaram hipnotizados com aquela pérola negra ali, diante de mim, despida de pudores e provocante como a mais bela das amantes.

- Tire isso. – Ordenou Laila, tirando minhas roupas.

Com a mão a abrir meu cinto, Laila me beijava loucamente, querendo devorar minha boca e provocar a minha excitação. Tirando minha calça, e depois minha roupa íntima, ela me se colocou de joelhos e me devorou gostosamente naquele banco de trás. A boca dela estava quente, deliciosa e maliciosa. Laila me olhava o tempo todo, como se fosse me perguntar como eu estava sentindo tudo aquilo.

Sentando-se sobre mim, Laila foi lentamente se encaixando e começando a requebrar em meu membro. Foi uma sensação fabulosa. Sua vulva estava quente e molhada. Imediatamente ela levou meu rosto aos seios dela, me dizendo:

- São seus. Vem! Faz gostoso.

Suguei aqueles bicos e rocei a minha língua lentamente, enquanto Laila puxava meus cabelos e passava a língua dela em minhas orelhas. Hum! Quantas provocações. Laila rebolava e me fazia sentir meu membro entrar profundamente nela, aumentando nosso prazer. Começamos a suar e tudo foi tomando uma proporção ainda maior.

Laila se virou e ficou em quatro apoios para mim. Nossa! A visão daquele corpo era uma cena em câmera lenta. Enquanto eu a invadia com força, minhas mãos passavam por suas costas, cintura, pernas e onde mais eu tinha liberdade para tocar. As mãos de Laila foram ao vidro do carro e ela ficou ali, se apoiando, enquanto gemia e me dizia “vai”, “isso”.

A chuva ficou ainda mais forte e foi o clímax do nosso momento de prazer. Sentada em mim de costas, Laila abusou da sensualidade e rebolou gostoso em meu membro. Minhas mãos a seguravam firme e sentiam o suor escorrendo pelo seu corpo. Ah! Aquela pele gostosa, molhada e saborosa. Eu passava minha boca e língua de baixo para cima, sentindo os arrepios e gemidos de “ui” que Laila fazia.

Laila se apoiou no painel central do carro e usou seus quadris de uma forma que eu enlouqueci. A cada trovoada que ecoava no céu, Laila gritava de prazer, como se aquela fosse a manifestação do que ela estava sentindo.

Abaixamos os bancos dianteiros para a frente e Laila deitou de costas para mim dizendo: - Vem!

Nos encaixamos e a sensação de prazer extrapolou todos os limites do absurdo. Usei toda a força para fazer Laila sentir meu membro dentro dela. Ela também se mexia gostoso e levou sua mão até a vulva, tocando-a para sentir mais prazer. Seus gemidos aumentaram de volume e ela só fazia me pedir mais. Laila tem um bumbum curvilíneo e farto, o que tornava os nossos movimentos ainda mais gostosos.

Segurando os cabelos de Laila, me coloquei de joelhos, enquanto ela empinava para mim. Foi uma loucura. Laila gritava de prazer e eu respirava fundo, pois estava difícil para mim qualquer contenção. Continuamos transando, rompendo as horas e não ligando para o tempo lá fora. Queríamos nada mais d que o nosso ápice a vir com tudo. Parecíamos dois loucos enamorados, insaciáveis e sedentos um pelo outro. Não conseguíamos parar. Era como se uma força emanasse entre nós dois, aquele desejo que tirar todos os sentidos. Nossos corpos se colaram e nosso prazer era infinito. Quanto mais nós transávamos, mais a sensação não passava.

Laila me deitou naquele banco e veio montar sobre mim. A cada galopada dela, minha excitação explodia, assim como a dela. Com as mãos dela em meu torso, Laila fazia movimentos espetaculares. Estava tão gostoso sentir a pele quente de Laila. Minhas mãos passaram por todo o corpo dela e eu pude senti-la por completo. Ela me olhava e segurava minhas mãos, me guiando, tomando conta daquela situação.

O corpo de Laila exercia uma pressão fantástica sobre o meu. Inclinando-se sobre mim, ela me ofereceu sua boca outra vez e me beijou com muita vontade, até que levou seus seios aos meus lábios, me mandando suga-los uma vez mais. Eu pude sentir sua vulva se contraído, emitindo pulsos de excitação, enquanto ouvia seus deliciosos gemidos.

Ousada, como eu gosto que ela seja, Laila se desprendeu e veio sentar em minha boca. Apoiando-se no vidro uma vez mais. Foi ali que eu pude sentir o quanto ela estava excitada. Eu fiz com que Laila ouvisse as estaladas que minha boca fazia nela. Louca de prazer, ela gemia cada vez mais alto e queria mais, me mandando não parar.

As pernas trêmulas de Laila me davam a noção de que ela estava no limite daquilo tudo. Eu bebia cada gota daquele mel doce, incapaz de me sentir saciado. Era um fogo que nos queimava por dentro e uma excitação que não nos abandonava. Laila sentia cada sugada minha, fazendo-a ter espasmos de prazer. Seus gritos demonstravam tamanha loucura dela em meio o que a minha boca fazia com ela.

O corpo de Laila exalava um aroma de sensualidade e libertinagem. Ela estava se permitindo, pois, na hora do prazer, uma mulher pode ser o que ela quiser. E Laila é intensa e maliciosa, uma combinação perfeita que a deixava ainda mais atraente. Enquanto eu a sugava, Laila puxou meu rosto. Ela queria que eu visse sua expressão ao sentir minha boca encaixada ali.

Não resistindo, Laila voltou a se encaixar em meu membro e ousou nas coreografias sobre ele.
- Me faz sentir! Quero! Quero! Quero! Vem.
O som daquelas palavras era como um mantra que me conduzia a fazer Laila se derramar em mim. Ela é uma deusa do prazer mesmo. Forçando sua vulva contra o meu membro, Laila não conseguiu segurar.

Seu ápice explodiu em uma cascata que me molhou todo. Eu nunca havia visto uma mulher fazer do jeito que Laila fez comigo. Seu grito era como de uma leoa rugindo e seu corpo foi amolecendo sobre mim. Deitada e exausta, Laila ria de tudo aquilo loucamente, como se não acreditasse em tamanha sensação experimentada.

Saciada, Laila apenas queria se recompor. Sua respiração era lenta e profunda. Seu sorriso dava a dimensão da satisfação que ela havia sentido naquele momento.

Enquanto a chuva ainda caía forte, eu cobri nós dois e deixei que Laila adormecesse em meu peito. A madrugada havia sido intensa para nós e ficamos ali, até que a chuva cedeu e o amanhecer trouxe consigo um novo ciclo. Ah, Laila! Ela me teve por inteiro, até o fim daquela madrugada.

Autor Ismael Faria
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Meu nome é Talita e namoro há 3 anos com a Amanda. Estávamos ansiosas pelo fim de semana, pois iríamos comemorar nosso terceiro aniversário em um lugar maravilhoso, chamado de a Cachoeira dos Encantos, um lugar onde os casais que gostam de fazer amor sob a luz da Lua e ao som das águas da cachoeira vão para terem uma noite mágica. E é exatamente sobre isso que vou falar. Escolhemos essa data e estávamos esperando com muita alegria pela nossa noite. Pegamos o carro e fomos curtindo a estrada que leva até a cachoeira ouvindo as músicas do rádio em alto e bom som. Amanda cantava todas elas, enquanto eu focava na estrada para chegarmos em segurança.

Quando chegamos, a Cachoeira dos Encantos parecia estar esperando por nós e Lua iluminava o lugar intensamente.  Descemos do carro e abrimos os braços, sentindo a natureza que nos rodeava lindamente. Foi o instante perfeito, onde ficamos frente à frente, nos olhando apaixonadas, declarando todo o amor que sentimos. Aos poucos as palavras deram lugar aos carinhos e os carinhos deram lugar às carícias. Trocamos um beijo intenso, caloroso e provocante, ao passo que nossas mãos tiravam nossas roupas com a vontade de sentirmos nossos corpos colados um no outro.

Estendemos um carpete que nos protegia do frio daquele chão arenoso e frio e nos deitamos para começarmos a nossa noite de amor. Deitei Amanda e beijei com tesão e carinho, deixando que as minhas mãos percorressem o corpo dela, sentindo aquela pele macia e quente. Desci minha boca para o pescoço, dando aquelas passadas de língua que ela tanto ama e deixando mordidas ali, para que Amanda se arrepiasse. Foi uma delícia sentir o sabor da pele dela em meus lábios. Quando cheguei aos seios dela me deliciei com o volume deles e com os bicos enrijecidos deles. Amanda agarrou meus cabelos e o som dos gemidos dela foram uma bela sinfonia para os meus ouvidos. Comecei a percorrer o trajeto dos seios, passando pela barriga e chegando à região íntima. Quando minha boca passou por ali, eu já estava totalmente entregue ao desejo de provocar Amanda, que não se continha em momento algum, me pedindo para devorá-la mais abaixo.

Quando minha boca encontrou aquele sexo, excitado e molhado, segurei firme as pernas de Amanda e encaixei minha boca ali, sugando-a com fome. Amanda se contorcia e rebolava em minha boca, querendo sentir tudo aquilo. Quanto mais ela me pedia, mais eu fazia com que ela sentisse meus lábios explorando seu sexo gostoso e úmido. Ele estava quente, gostoso demais para eu descrever em meras palavras. Continuei até que ela não se conteve e me puxou, querendo tirar da minha boca o que eu tinha tirado de seu sexo. Nos beijamos e Amanda lambia lábios, como se tivesse provado um doce em calda. Usando meus dedos, fiz movimentos circulares lá embaixo, enquanto Amanda segurava meu pulso e não parava de beijar minha boca em tempo algum. Quanto mais eu a tocava, mais Amanda se perdia em minhas carícias.

Quando ela ousou mais, me puxando para cima da boca dela, Amanda encaixou-a em meu sexo e me torturou de forma deliciosa. Eu rebolava e ela aumentava a intensidade das chupadas. Que loucura, Meninas! Eu sentia um calor intenso em meu corpo, que me deturpava todos os sentidos. Eu só queria que Amanda me deixasse acabada ali.

Me deitei e puxei Amanda para sentir, dessa vez, o meu gosto na boca dela. Era doce, delicioso. Amanda usou os dedos dela da mesma maneira que eu eu fiz com ela, me provocando com muito desejo. Foi maravilhoso. Amanda, então, cruzou pernas comigo e nossos sexos se tocaram, causando uma sensação indescritível de prazer em nós duas. Nossas bocas se colaram e ficamos assim por um tempo que, para nós, parecia infinito. Nós roçávamos nossos sexos com força e sentíamos nossos seios se apertarem uns contra os outros. Rebolávamos juntas, sentindo aquele tesão aumentar de uma forma intensa e incontrolável. Era o nosso apogeu, o nosso momento. Amanda se separou de mim e me colocou em quatro apoios, me levando à loucura ao me segurar pela cintura e chocando o sexo dela contra o meu naquela posição. Eu não me segurava, eu me sentia em fúria com tanto prazer. Aquela pegada, aquele prazer todo. Nunca senti tanto a Amanda em mim quanto naquele momento. Era como se a cachoeira exercesse sobre nós uma força mística que nos impulsionava.

Puxei Amanda para baixo de mim e me sentei sobre ela. Era a minha vez de tomál-la. Nossos sexos roçavam e nossas mãos percorriam nossos corpos, sentindo cada poro de nossas peles se aquecer e cada fio de pelo se arrepiar. Aumentamos o ritmo e sentimos nossas umidades escorrerem juntas, o que deixava tudo ainda mais perfeito. Quanta vontade, quanta paixão. Havíamos mesmo escolhido o lugar certo e a noite certa para transarmos tão gostoso quanto estávamos fazendo. Amanda se entregou pra mim de um jeito tão intenso que eu tinha dúvidas se estava mesmo a satisfazendo a contento. Eu queria explorar todas as formas de prazer que eu pudesse dar a ela.

Ficamos de frente uma para a outra e cruzamos novamente as nossas pernas, encaixando nossos sexos perfeitamente. Enquanto rocávamos, nos olhávamos e nos provocávamos com palavras de sensualidade, que nos faziam nos queremos ainda mais.

Mas foi pouco. Ainda queríamos mais. Nos deitamos uma sobre a outra de forma a podermos encaixar as nossas bocas uma no sexo da outra, fazendo com que aquela troca fosse magnífica. E foi. Realmente foi. Gemíamos muito e não parávamos. Era uma loucura gostosa demais para não aproveitarmos ao máximo. Usando nossas bocas, línguas e dedos, Amanda e eu extraímos o melhor de nós duas. Com nossos desejos à mil, nos levantamos e Amanda me colocou apoiada em uma pedra, vindo por trás de mim e me pegando com força, me fazendo sentir o sexo dela contra o meu. Aquele choque gostoso me deixou a ponto de explodir. Mas Amanda soprou no meu ouvido:
- Ainda não, Amor.
Amanda me deitou e voltamos a roçar, sentindo nossas umidades escorrerem com mais força por nossas pernas.
- Agora, Amor? - Perguntei para Amanda.
- Sim. Deixa vir. Deixa vir. Aaaaah!

Nossos gemidos ecoavam como se o vento os levasse pelo ar. Era uma sensação tão forte e intensa que nossos corpos tremiam. Continuamos transando, nos beijando, nos agarrando e roçando fortemente, até que não suportamos mais tamanha vontade e deixamos nossos ápices virem com toda a força, esgotando as nossas energias. Ficamos deitadas, recuperando o fôlego. Amanda pegou a coberta que levamos e nos cobriu, me colocando em seu colo para dormirmos ali, sob a Lua e as estrelas, embaladas pelo som da cachoeira. Foi nossa noite de aniversário e a melhor noite amor que já tivemos. Que venham mais anos, sempre comemorados com todo o amor que temos uma pela outra.

Autor Ismael Faria
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Naquela noite eu estava com a excitação alta e queria uma noite regada ao prazer de um corpo de mulher e bebida. Estava no bar, quando vi aquela beldade sentada, bebendo um Blood Mary tão vermelho quanto o batom que enfeitava aqueles lábios. Aquele vestido azul que ela ostentava me fez percorrer cada traço de suas curvas perfeitas. Quando o vestido acabou, meus olhos se voltaram para aquelas pernas cruzadas matadoras de homens. Ah, aquela mulher me deixou ardendo em chamas. Logo notei aqueles olhos negros retribuindo o olhar, me causando uma sensação de arrepios e de luxúria. Eu queria, não, eu precisava cortejá-la. Investi meu olhar, vendo que já era correspondido por ela.

Quando eu vi que ela se levantara e caminhava em minha direção, eu tive que me manter firme para que não fosse em vão. Enquanto ela se aproximava, eu olhava os movimentos sutis que seus quadris e suas belas pernas faziam. Cada vez mais perto de mim, sua figura formosa se mostrava ameaçadora, como se eu não tivesse saída dali. Era justamente o que eu queria. Eu precisava me sentir sob o domínio daquela mulher. Eis que a ela se senta ao meu lado e, da forma mais provocante, pega um palito e o usa para tirar uma azeitona do meu drink, levando-a a sua boca. Foi sublime ver aqueles lábios vermelhos se fechando em volta daquele pedaço. Eu já estava sob seu feitiço.

- Camila. – Disse ela.
- Paulo. – Me apresentei.

Começa uma conversa interessante, onde sabemos o que precisamos um do outro para que ela me permitisse pagar-lhe mais um drink. Afinidades foram se mostrando fortuitas e o nível de intimidade cresceu a ponto de procuramos um lugar mais reservado para continuarmos. 00:00 em ponto. A madrugada chega tal como a hora de fechar o bar. A vontade de bebermos mais drinks não passa e ofereço a Camila um momento a mais, dessa vez em minha casa. Intrigada, Camila aceitou meu convite e fomos em meu carro, ao som de uma boa música nacional. Durante o trajeto, Camila cantava com cada música da minha playlist com uma alegria contagiante. Eu olhava para ela e minha empolgação em estar com ela aumentava, pois sua energia é tremenda.

Chegando em minha casa, entramos e logo liguei o som e comecei a preparar os drinks, enquanto Camila tirou os sapatos e dançava descalça na sala, levada pelas músicas da playlist. De olhos fechados e sorriso cintilante, ela deixava seu corpo quase levitar ao ritmo das canções. Eu fiquei hipnotizado por ela o tempo instante, acompanhando os movimentos do corpo de Camila, me permitindo deixar aquele jeito de menina me encantar. Me aproximei de Camila e lhe entreguei um drink especial. Ela já havia me envolvido em um véu de desejos com jeito dela e eu só imaginava um desfecho para aquela noite, mas eu fui chegando com o cuidado de um cavalheiro.

Quando uma música especial, chamada primeiros passos, começa a tocar, Camila pega minha mão e me puxa, colocando meu braço ao redor de sua cintura e colocando os dela ao redor do meu pescoço, eu senti aquele rosto leve e de pele macia colar-se ao meu. Aquele batom sabor morango, percebido pelo aroma que ele exalava deixava aqueles lábios tentadores demais. Antes que eu pudesse ousar, Camila me deu um leve toque de lábios, me fazendo provar do gosto doce daquela boca. Fui ao céu em segundos. Deixamos ao drinks sobre a mesa, dançamos juntos ao som de mais algumas canções de bocas coladas aos beijos. Sublime momento de carinho que precedida a noite vindoura que viveríamos. Camila se afastou de ficou de costas para mim, abrindo aquele zíper, revelando suas costas atraentes.

Quando aquele vestido caiu, a lingerie que Camila estava usando delineava seu corpo e minha vontade de vê-la sem tais peças me impulsionava cada vez mais. Me atrevi e me aproximei. Colocando os cabelos de lado, Camila me permitiu pousar meus lábios em seu pescoço, mas o que eu fiz foi além. Segurando firmemente seus cabelos, dei aquele puxão e cravei minha boca no pescoço de Camila, chupando-o e sentindo a pele gostosa dela. Camila gemeu baixinho e respirava com intensidade. Perfeito. Eu tinha acertado de verdade o ponto que eu queria. Abri o sutiã de Camila e a virei para mim, me colocando de joelhos, momento no qual eu puxei para baixo sua lingerie e vislumbrei o que meus lábios queriam provar.

Guiei Camila para o sofá e ela de imediato percebeu o que eu pretendia fazer. Ela se sentou e ficou de pernas abertas pra mim. A paisagem daquele 11° andar trazia uma lua maravilhosa e brilhante. Me levantei e fui apagar a luz, voltando a me colocar de joelhos diante de Camila, que estava disposta a me deixar provar do seu sabor especial. No primeiro toque dos meus lábios me sua intimidade, Camila já dava sinais de gostar do que eu estava para realizar. Minha língua desbrava cada caminho e sentia aquele sumo doce vir gostoso demais. Foi delicioso sentir Camila rebolar devagar, deixando que a minha boca a provocasse intimamente. Senti as mãos de Camila puxarem meus cabelos e as pernas dela virem sobre meus ombros, me dando toa a liberdade de continuar minha provocação.

Subindo pelo corpo de Camila, levei minha boca de encontro aos seus seios, sentindo os volume deles a preencher. Ela me abraçou fortemente, me fazendo sentir o calor do seu corpo e ouvir a respiração ofegante dela, até que me tomou o rosto e aproximou nossas bocas em beijos deliciosos, enquanto abria os botões da minha camisa e a tirava com certa agilidade, passando a fazer o mesmo com meu cinto e calça. Quando ambos caíram, a mão de Camila veio rapidamente me tocar o membro oiriçado e ereto. Que mão quente e gostosa a me provocar tão bem.

Me olhando fixamente, Camila desceu e se encaixou em mim, começado um ritual de movimentos lentos, mas cheios de malícia. Eu sentia como ela estava quente e úmida, tornando o ato ainda mais gostoso de ser praticado. Com em encaixe perfeito e as pernas ao redor de minha cintura, Camila me abraçou forte, beijando minha boca e depois meu pescoço. Que delícia!

Agarrada ao meu corpo, Camila me beijava e me pegava com vontade. Meu corpo estava arrepiado e sentia o calor do corpo dela numa troca prazerosa entre ambos. Eu beijava e o pescoço de Camila e sentia seus seios em meus lábios, ao som dos seus gemidos. Era puro êxtase e excitação. A umidade de Camila escorria pelo meu membro e me molhava por consequência. Começamos a suar, o clímax do esforço de nossos corpos enroscados.

Levei Camila para o quarto e a deitei à beira da cama, continuando a fazê-la me sentir dentro dela. Camila puxava os lençóis e gemia cada vez mais alto.

- Não para! Não para! Mais – Ela bradava com vontade.

Nos agarramos e nossos movimentos ficaram ainda mais intensos. Era loucura e paixão, fogo e luxúria. Camila estava deliciosa, posso afirmar. E quanto mais eu a invadia, mais eu a sentia. Molhamos a cama e trocamos beijos que não sustentávamos, pois faltava o ar.

- Quero por cima! – Camila ordenou.

E Camila montou sobre o meu corpo, domando meu prazer a vontade dela e me fazendo seu brinquedo. Nossa! Aquele corpo se movia de uma forma espetacular e eu senti um prazer que que eu não sentia há tempos. Eu sentia as mãos de Camila se apoiarem em meu peito e seu quadril quicar em meu membro.

Me pega agora! – Outra ordem.

Em quatro apoios Camila se pôs e me mandou fazê-la sentir meu membro até o fundo. A intenção dela? Derramar seu ápice completamente. Eu obedeci (como se eu pudesse recusar) e a segurei com firmeza. Aqueles cabelos caídos de lado e a visão daquele corpo majestoso me faziam tremer de excitação. Havia um furor dentro de mim que eu não controlava. Queríamos mais, muito mais e não parávamos com os de jeito algum.

Como último ato do nosso prazer, ficamos de joelhos e eu a abracei com toda força, enquanto mexíamos nossos corpos juntos, esperando pelo ápice tão ansiado. Gemíamos em bom tom de volume, sentindo que não iríamos resistir mais tempo. Estava tão próximo que podíamos sentir, o que nos fazia aumentar o ritmo, já frenético, elevando a tensão em nossos corpos.

Quando o ápice de Camila veio, eu pude sentir ele explodir e molhar toda a minha região íntima. Foi uma sensação inexplicável. Camila ainda queria sentir o meu ápice, então continuei, sob as ordens dela, invadindo sua vulva até que eu senti meu ápice vir e tirei meu membro, vendo Camila se deitar para receber meu ápice em sua barriga, chegando ela a espalhar meu líquido ali. Foi uma noite surpreendente, onde o prazer imperou naquele 11º andar.

Autor Ismael Faria
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Me chamo Ravena e venho contar sobre uma noite que parecia sem fim. Uma noite que começou com um encontro entre amigas para se divertirem que terminou em uma tríade de prazer. Minhas amigas, Clara e Helena custaram a me tirar de casa naquela noite, mas a persistência delas teve sua recompensa, pois nem mesmo o meu cansaço de um dia de trabalho foi álibi para escapar do convite daquelas duas insanas.

Pois bem. Elas passaram em minha casa de carro e me levaram para uma noite de dança, bebidas e muita diversão. Eu senti como se minhas energias se renovassem para encarar a semana vindoura, cheia de trabalhos e compromissos. Quando fui ao bar para pegar mais uma bebida, bastou eu me virar para a pista de dança para ver uma cena que me deixou paralisada. Era simplesmente Clara e Helena dançando coladas, corpo a corpo. Helena estava com as mãos na nuca de Clara e Clara com as mãos descendo pelo corpo de Helena. Rostos colados e olhares intensos. Uma cena que ficou gravada em minha mente dias depois dos acontecimentos daquela noite.

Eu bebia algo gelado, mas minha boca e garganta estavam secas e eu estava tensa vendo Clara e Helena sensualizando daquela maneira tão fascinante. Eu sabia que elas tinham seus momentos, mas nada me preparou para o que estava para acontecer naquela noite. A cada música que tocava, as duas se entrelaçavam perfeitamente. Eu estava simplesmente estupefata por ver tamanha desenvoltura e a atmosfera que as envolvia daquele jeito tão íntima.

Não resistindo uma à outra, tocaram os lábios uma da outra ali mesmo, entre tantas pessoas naquela pista de dança, que não deixaram de notar aquela cena. De onde eu estava, eu apenas era mera espectadora daquela intimidade toda. Eu via aquelas bocas coladas, línguas que se provocavam com vontade. Elas estavam perfeitas demais juntas.

Quando Clara e Helena se desprenderam e voltaram a dançar, logo me procuraram, me olhando ali, parada, bebendo e quase sem reação diante do que elas haviam protagonizado naquela pista. Terminei de beber e voltei para a pista, sendo recebida por elas e envolvida naquele clima gostoso entre amigas. Mal sabia eu.

No final daquela balada, saímos animadas e Helena abriu a capota de seu carro e aquele vento no rosto nos animou bastante. Helena ligou o rádio e a estação vigente tocou músicas internacionais da melhor qualidade. Cantamos as três pela rua, curtindo nossa própria festa particular. Eu estava amando estar ali, mas não deixei de me lembrar do que eu vi na balada em que estávamos. Aquele clima entre Clara e Helena ainda prometia muito para aquela noite.

Quando chegamos à casa de Clara, que tem uma bela piscina nos fundos, a noite parecia estar apenas começando. Fomos para lá e Clara trouxe bebidas e música para dançarmos ali, da maneira livre que queríamos.

Me sentei e vi Clara e Helena livres como o vento. Aliás, era como se elas estivessem dançando de forma que o vento moldava seus movimentos. De repente, aquela sensualidade que elas demonstraram na balada voltou a se manifestar. Os corpos de Clara e Helena se encaixaram e elas desciam até o chão, seguindo o ritmo da música. Não custou para que elas trocassem um beijo provocante e escandaloso, para o meu deleite.

Clara e Helena pararam e me olharam de forma maliciosa, me provocando e me chamando a estar ali com elas. Clara estendeu a mão e eu acabei aceitando entrar naquele gostoso jogo. Enquanto Clara me puxou para me beijar, Helena veio ao meu pescoço e colou a boca dela ali, me deixando arrepiada. Nunca havia estado sequer com dois homens. Querem diria estar com duas mulheres, que são inclusive minhas amigas?

Helena, a mais atirada, logo desceu aquela mão e a colocou dentro de minha saia, afastando minha lingerie e abrindo caminho dentro de minha vulva com aqueles dedos. Clara não me deixava respirar com seus beijos envolventes. O sabor daquela boca estava me deixando em combustão.

Helena me conduziu e me deitou na espreguiçadeira, puxando a minha saia e a tirando do meu corpo. Clara tirou a minha lingerie e Helena veio me beijar lentamente, tão gostoso quanto Clara havia feito, enquanto esta veio entre as minhas pernas e encaixou a boca dela em minha vulva, já provocada com as investidas de Helena. Uau! Como Clara fez loucuras ali embaixo, me levando a perder a minha postura completamente.

Helena começou a abrir minha blusa botão por botão, sem tirar sua boca da minha um instante sequer. Eu nem queria. Apenas busca um pouco de fôlego, pois, a cada botão aberto, Helena me provocava ainda mais e eu só queria sentir aquela boca carnuda em meus seios.

Clara estava a se deliciar da minha umidade e me fazia sentir um prazer inesgotável. Aquela língua passeava e rodopiava em minha vulva de uma maneira muito louca, me fazendo escorrer de excitação. Clara manejava minha vulva com destreza e deslizava suas mãos em minhas pernas, indo e vindo, me atiçando.

Helena sugava meus seios, roçando os lábios em meus bicos enrijecidos, causando um efeito cascata em meu corpo todo. Eram arrepios, sentidos despertados e muita excitação. Eu não conseguia me conter e meu corpo agia por conta própria, respondendo a cada estímulo que ele recebia.

As duas pararam e me levantaram. Fomos para o quarto de Clara, à meia luz, onde voltamos a namorar. Ficamos as três ajoelhadas, com Clara me beijando profundamente, enquanto Helena me pegava por trás, colocando seus dedos dentro de mim. Maravilhosa!

Eu rebolava nos dedos de Helena e recebia beijos por todo o meu corpo de Clara. Minhas amigas pareciam até ter tramado toda aquela noite de prazer à três. Eu estava louca demais. Nunca imaginei tal situação, mas estava confortável demais nos braços das minhas amigas, sendo provocada e excitada por elas o tempo todo.

Quando Helena tirou seus dedos de mim e Clara me deitou, eu sabia que ainda vinha mais uma seção de muito prazer. Helena se sentou sobre mim e Clara veio à minha boca, me pedindo para sugar sua vulva. Eu queria. Era hora de eu sentir o sabor dela. Helena rebolava como se estivesse sobre um homem, me fazendo sentir toda aquela fricção entre nossas vulvas, enquanto Clara se apoiava na parede e se deliciava com a minha boca.

Horas passando e aquela noite parecia um momento infinito, parado no tempo, para que nós o aproveitássemos ao máximo. E não parávamos de transar, nem tão pouco sentíamos qualquer cansaço dos movimentos que realizávamos juntas. Estava tudo tão gostoso que queríamos mais.

Eu queria ver mais das duas, então puxei Clara de cima de minha boca e me desvencilhei de Helena, me deitando ao lado, enquanto elas se agarraram, cruzaram suas pernas e ficaram roçando uma na outra, com seus corpos e bocas colados de uma forma deliciosa. Eu fiquei ali, me aproveitando da situação e me tocando com vontade, enquanto assistia minhas amigas transando, se pegando de uma forma agressiva e apaixonada.

Ouvir os gemidos delas era uma deliciosa melodia e ver como seus corpos se moviam um contra o outro, uma cena ao vivo cheia de excitação e tesão. Eu via Clara e Helena e meu corpo sentia uma forte excitação. Era um clímax perfeito. Elas se beijavam gemendo, enquanto suas vulvas se esfregavam uma na outra. Que cena!

Clara me olhou e veio para cima de mim, repetindo os movimentos que ela estava fazendo com Helena, cruzando suas pernas nas minhas e roçando comigo. Helena veio a minha boca e colou a dela, me tirando qualquer fôlego restante, pois Clara estava me torturando com o corpo dela sobre meu. Começamos a suar juntas, ficando ainda tudo ainda mais gostoso.

Qual não foi a sensação ainda mais deliciosa de sentir, ao mesmo tempo, a vulva de Clara roçando a minha daquela forma e a mão e dedos de Helena em movimentos circulares em minha vulva, enquanto a mesma não descolava sua boca da minha. Eu não discernia mais nada a não ser o prazer que elas me causavam com tudo aquilo.

Quando meu ápice veio, eu fiquei esgotada, pois não havia como eu resistir a tudo aquilo sem perder todas as minhas energias e sentir meu ápice vir com toda a força possível.

Exausta, ainda pude ficar apena assistindo Helena puxar Clara para cima dela e as duas voltando a forçar seus corpos um contra outro, pernas cruzadas, vulvas roçando uma excitação absurda, que fazia ambas gemerem em alto e bom som, chamando uma a outra de “gostosa” e “deliciosa”, entre outros nomes que elas pronunciavam. Me bastava estar ali, assistindo minhas amigas se amando e atingindo um ápice fortíssimo, que as deixou de pernas bambas, suadas, ofegantes e sem força alguma até para falarem. Que noite! Quanto prazer minhas amigas Clara e Helena me causaram.

Felizes e satisfeitas, nos despedimos daquela noite e dormimos as três abraçadas. Dias depois daquela noite e ainda sinto a mesma vontade de estar com Clara e Helena. Estou em viagem de trabalho e meu celular recebe todos os dias as mensagens delas, com fotos, cenas e áudios, me convidando com ansiedade a repetirmos tudo aquilo. Mal posso esperar para voltar e encontrar minhas amigas outra vez, para mais noites de muita paixão e safadeza entre nós três. Ai, minhas amigas! Me aguardem, pois estou tão ansiosa quanto elas para mais momentos à três. Elas me iniciaram entre elas. Agora, não largo de jeito nenhum as minhas melhores amigas, tanto de vida quanto de cama.

Autor Ismael Faria
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Meu nome é Glaucia e, naquele fim de tarde, chegando em casa depois de um dia de trabalho e fugindo de um trânsito conturbado, tudo que eu precisava era daquela água fresca caindo sobre o meu corpo, lavando até a minha alma daquele dia exaustivo. Na minha cabeça, um nome e um pensamento me vieram à cabeça: O meu delicioso Thiago. Eu o imaginava ali, entrando embaixo do chuveiro e me pegando com toda a força. Minha umidade escorria junto com água que caía sobre mim. Eu estava totalmente entregue ao tesão.

E como a vida é, não? Pois Thiago chegou, usando a chave que ele tem da minha casa e me surpreendeu no chuveiro, me pegando daquele jeito que eu tanto gosto. Aquelas mãos grossas e ásperas me pegaram do jeito que eu queria. Thiago sabe o que eu gosto e como gosto. Ele agarrou meus seios e desceu sua mão até minha a minha vulva, usando seus dedos lá dentro da forma que mais me enlouquece. Thiago sabe que a minha tara por ele é absurda e sabe como usar isso. É como se ele conhecesse meu ponto fraco, voltando-o contra mim. Puxando meu cabelo, Thiago abocanhou minha nuca e me deu aquelas mordidas que me deixavam toda entregue.

Rebolei, sentindo aquele volume todo atrás de mim, provocando Thiago. Quando ele me virou para si, pude ver que ele ainda estava de roupa, algo que eu já havia sentido quando ele me agarrou. Tive pressa em tirar aquela roupa toda e me coloquei de joelhos, descendo lentamente minha boca pelo corpo dele até eu alcançar aquele membro delicioso. Enquanto eu o engolia, Thiago segurava meus cabelos e me chamava de nomes variados, me deixando ainda mais louca.

Me levantei e me virei de costas, encaixando meu corpo no de Thiago, rebolando agora no seu membro nu, usando toda a minha força em movimentos intensos. Queria deixar meu gato pronto para uma noite inteira de prazer. E assim eu o fiz.

Thiago me virou e beijou meus seios com uma fome de leão, enquanto me tocava bem gostoso. Ele tem uma pegada que deixa qualquer mulher rendida. Falo por experiência própria. Levantando uma das minhas pernas, Thiago se abaixou e colocou aquela boca à serviço do meu prazer. Ele bebia tanto água que escorria pelo meu corpo quanto o meu líquido. Quanta provocação! Thiago me deixou pronta para ir para a cama e me render a ele.

Nos secamos e fomos para a cama. Thiago me deitou e foi entre as minhas pernas com uma vontade enfurecida. Ele não poupou nada e me fez ver estrelas de tanta excitação. Aquela boca e língua me enlouqueceram. Ele foi subindo, passando da minha barriga para os seios, roçando aquela língua em meus bicos, arrepiando meu corpo.

Nos ajoelhamos e trocamos um beijo lento, longo, cheio de uma vontade louca, enquanto nos tocávamos maravilhosamente. Thiago foi direto ao ponto, me colocando em quatro apoios e invadindo minha intimidade com tesão. Eu só tinha um pedido a fazer para ele: “Me use com força”.

E que força. Ele ia e vinha com intensidade, causando todo tipo de reações em mim. Que delícia de homem. Como conhece meu corpo e o que me satisfaz. Thiago estava disposto a me dar uma noite prazerosa ao extremo e começou com a melhor das posições.

Depois de me pegar de jeito, me sentei sobre Thiago e usei todo o meu gingado para dar prazer a ele. Eu queria olhar para ele e ver em seu rosto aquela expressão de tara por mim. Conhecendo bem o meu rebolado, me sentei de costas e pulei sobre aquele membro à vontade.

Thiago sabe o quanto eu sei rebolar. Sou pagodeira e mão cheia e meu rebolado não é para qualquer um. Thiago me devorou com aquele membro. Fizemos loucuras em cada posição e ele me segurou firme, batendo aquele membro dentro de mim.

Eu senti que o Thiago estava na máxima forma e em plena potência. Eu queria senti-lo em cada pose que fazíamos. Quando ele me pegou de lado, foi uma verdadeira tortura. Cada estocada me deixava ainda mais excitada. A forma como ele me pegava, as palavras sopradas ao meu ouvido. tudo o que ele fazia me deixava fora de mim. E Thiago não cansava. Ele estava mesmo a pleno vapor.

Subia em mim um calor delicioso, que me deixava pirada demais.

Quanto mais Thiago me pegava, mais eu sentia a força com que ele me invadia. Quando ele colocou aquele corpo forte sobre o meu, me fazendo sentir seu membro cada vez mais fundo dentro de mim, eu pensava em fazer ele derramar seu ápice dentro de mim.

O ritmo aumentou e Thiago fez a temperatura subir comigo naquela cama. Eu gemia alto, não ligando para quem ouvisse.

Eu abri minhas pernas e puxei Thiago com força para dentro de mim, pedindo para ele não parar de jeito nenhum. Eu fiz com que ele me tomasse e me dei por inteiro naquela cama. Thiago é um homem bem forte, acostumado a treinar aqueles músculos. Tem um corpo digno de um deus grego.

Quanto mais aquele membro ia e vinha dentro de mim, mais eu o queria. E quando Thiago me virou de costas, tratou de me fazer sentir toda a sua virilidade, pois me invadiu com toda a força, do jeito que eu gosto e queria sentir naquela noite.

Thiago começou a suar bastante e molhamos cama, pois eu não estava diferente dele. Ele se sentou e me colocou encaixada nele. Eu fiz mais do que o abraçar. Eu o agarrei com tudo e rebolei naquele membro da maneira mais gostosa. Tudo para deixar meu gato com vontade total.

Logo depois, Thiago me pegou outra vez em quatro apoios e fez loucuras comigo ali. Que homem! Eu usei meu rebolado mais uma vez e deixei Thiago sentir minha umidade escorrer em seu membro, provando para ele como eu estava louca de prazer com aquela transa. Sentamos na beira da cama e me encaixei de costas nele.

Aquela posição me deu controle total sobre o Thiago. Ele era meu brinquedo e minha maior tentação naquela hora. Como se eu dançasse em seu membro, eu usei todos os movimentos que eu sei com meus quadris, deixando Thiago até boquiaberto com a minha performance. Ele apenas me segurava firme, não deixando que eu escapasse daquela posição.

Me levando até a parede do quarto, Thiago me pegou ali e fez aquele membro até pulsar dentro de mim. Eu já ecoava aos quatro ventos todo o prazer que eu estava sentindo. Foi uma delícia. Quando Thiago me apoiou na cômoda, ele me fez levantar uma das pernas e fez movimentos com mais força ainda, me causando um estresse físico que era anestesiado pela minha excitação. Eu queria mais.

Thiago chegou ao ápice e deixou escorrer todo aquele líquido no chão, voltando a me invadir, pois eu estava bem longe de estar satisfeita. Usando tudo o que ele tinha, Thiago parecia ter encontrado energias no olimpo para continuar transando comigo e me invadindo fortemente como ele estava fazendo. Foi incrível como ele sabia que eu estava querendo sentir mais daquele prazer todo. Ele não parava, o que era perfeito pra mim.

Thiago me virou para ele e me ergueu com vontade, segurando meu corpo. Trocávamos beijos acalentados e loucos. Parecia que não iríamos chegar ao final daquele momento, pois não nos cansávamos. Sempre é assim. Quando Thiago e eu estamos juntos, nada nos para.

Depois de me jogar no chão, eu já sentia que eu não conseguiria segurar meu ápice por mais tempo, pois Thiago tem um membro que me deixa louca demais. Eu estava assim, alucinada demais para ne aguentar, mas queria que viesse com uma força descomunal, então mandei Thiago fazer com ainda mais vontade, pois queria que viesse de uma única vez.

Naquele chão eu comecei a dizer que não conseguia mais me conter e quer iria ter meu ápice. Não sei como, mas aquilo acendeu Thiago e ele começou a estocar sem parar, como se a energia dele fosse infinita, assim como a minha, pois eu não conseguia parar de sentir. E meu ápice veio tão forte que me fez ter uma reação fortíssima, que me deixou extremamente esgotada e estressada, mas feliz demais com o que havíamos feito. Cai nos baços de Thiago e adormecemos abraçados, sem nenhuma energia para mover qualquer parte de nossos corpos.

Na manhã seguinte, Thiago me surpreendeu com aquele café especial na cama, trazendo até uma flor que ele comprou logo cedo. Tomamos nosso café e fomos tomar um banho, onde namoramos muito gostoso. Depois, seguimos nossas rotinas diárias, mas fiquei com aquela noite nos meus pensamentos o dia todo. Não resisti e mandei um áudio para Thiago:

“Essa noite, de novo. Quero que me use com toda a força”.

Autor Ismael Faria
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Eu me chamo Anne meu desejo de mulher sempre foi trazer uma terceira pessoa para a minha alcova. Eu moro em outra cidade, então preciso ficar no campus onde eu estudo, indo para casa aos finais de semana. Foi lá que eu me envolvi com Joana e temos vividos noites apaixonadas, cheias de prazer e desejo. Em uma dessas noites, enquanto fazíamos amor, percebemos que estávamos sendo observadas por alguém. Era Viviane, que fica no quarto ao lado do nosso. Tivemos que parar devido a termos descoberto que ela estava nos olhando. Viviane bem que tentou disfarçar, mas não teve como não percebermos.

Durante alguns dias, o silêncio. Nenhuma palavra dita por Viviane, como se a visão de Joana e eu na cama parecia ter a deixando em choque. Para nós duas, foi uma oportunidade de explorarmos algo ainda maior.

Em uma de nossas conversas, Joana e eu decidimos incluir Viviane em nossas noites de prazer. Era nossa fantasia há tempos e estava na hora de realizá-la. E foi numa tarde chuvosa que tudo aconteceu da maneira mais perfeita. Joana e eu estávamos no quatro, trocando carícias, quando ouvimos o ranger da porta. Era Viviane.

Simplesmente olhamos para a porta, rindo para ela e chamamos para assistir. Viviane ficou curiosa e entrou, sentando-se na cama de Joana, enquanto nós duas continuávamos a nos provocar, agora com a intenção de despertar Viviane para aquilo também.

Enquanto eu beijava Joana, estendi a minha mão para Viviane, que veio e se sentou na minha cama. Paramos de nos beijar e a perguntamos se ela queria mesmo estar ali conosco. Com uma expressão tímida, mas não resistindo, Viviane respondeu sim com a cabeça, me levando a dizer:

- Se é isso que você quer, então não tire essa roupa venha fazer amor com a gente!

Enquanto Viviane se despia, Joana e eu continuávamos nos provocando, o que claramente deixou Viviane inclinada a se juntar a nós. Ela se deitou na cama e Joana e eu começamos a beijá-la loucamente, deixando Viviane em estado de excitação. Era nítida a vontade dela de ter aquela experiência comigo e Joana, que puxou Viviane para cima dela, enquanto eu e beijava nas costas. Fomos envolvendo Viviane de uma maneira que ela não resistia a nenhuma carícia. Queríamos dominá-la naquela cama. Ela parecia uma virgem que encontrara o primeiro prazer.

Me ajoelhei aos pés da cama e colei minha boca na intimidade de Viviane, enquanto Joana deitou-se ao lado dela e a beijava da boca de maneira provocante, enquanto a tocava. Viviane sentiu prazer duas vezes, sendo uma com minha a minha boca e a outra com as dedilhadas de Joana. O corpinho dela parecia ter espasmos de tanto prazer sentido. Joana também beijava os seios de Viviane para que ela sentisse ainda mais excitação.

Joana estava ousada naquela tarde, pois me pediu para me deitar ao lado de Viviane. Joana sentou-se sobre ela, roçando a intimidade dela na de Viviane, enquanto eu virei o rosto dela para mim e trocamos beijos maravilhosos. Tudo estava uma delícia de se compartilhar. Era um momento nosso, em que nenhum desejo das três ficava para trás.

Joana ainda se inclinou para pousar sua boca no pescoço de Viviane, provocando ainda mais a nossa colega. Eu beijava Viviane e deslizava minhas mãos em seus seios, sentindo-os macios. Os bicos ficaram entre os meus dedos, uma sensação deliciosa de se ter. Joana desceu e foi a vez de ela beber no cálice de Viviane, enquanto nós duas trocávamos beijos calorosos.

A boca de Viviane é tão macia que eu não me cansava de beijá-la. O que me deixou com mais vontade foi sentir a mão de Viviane vir à minha intimidade e me tocar lentamente, mas com muita intensidade, me deixando ainda mais úmida. Não imaginava que Viviane pudesse saber tocar uma outra garota como ela estava fazendo comigo ali.

Joana subiu na cama e todas nos sentamos, comigo e Viviane aos beijos, enquanto Joana sugava os seios dela e minha mão a tocava. Viviane levantou-se e se pôs de joelhos, me chamando para ficar atrás dela. Seus dedos me tocavam e os meus a ela, enquanto Viviane me segurava pela nuca e recebia um ardente beijo de Joana. Era tudo o que precisávamos para incendiar aquela cama com a nossa luxúria. Era nítido que Joana e eu estávamos felizes por ter Viviane entre nós duas, realizando aquela fantasia deliciosa.

Viviane se deitou em meu colo e Joana se encaixou nela, fazendo a tesoura que toda a garota que gosta de garotas adora. Enquanto elas roçavam, eu massageava todo o corpo de Viviane, aumentando o prazer dela. Àquela altura, já estávamos envolvidas como se sempre o fizéssemos.

Trocamos e foi a minha vez de sentir a intimidade de Viviane colada à minha. Ela estava tão molhada que cada movimentos que Viviane e eu fazíamos era uma delícia. A entrega estava perfeita e a troca de sucos entre nós duas era maravilhosa.

Atrevidas, Joana e eu ainda fizemos mais. Joana se deitou e puxou Viviane por cima, de costas para ela. Eu me sentei sobre Viviane, tomando cuidado, e roçamos, enquanto Joana deslizava suas mãos pelo corpo de Viviane. Joana é bem mais forte que nós duas e conseguia mexer seus quadris de forma a fazer com que Viviane sentisse seus movimentos. Ficamos assim por minutos maravilhosos e incessantes.

Viviane me empurrou e se sentou sobre Joana, roçando sem cessar com ela. Eu, por minha vez, queria sentir tudo. Tanto que me sentei sobre a boca de Joana e senti sua língua me invadir completamente. De frente para Viviane, eu conseguia beijá-la com vontade, enquanto Joana me devorava e Viviane não parava de rebolar sobre ela. Fantástica tríada havíamos nos tornado. O prazer era todo nosso, divido de forma igualitária, satisfazendo tudo o que nós três queríamos. Era o auge que Joana e eu almejamos.

Viviane e eu nos deitamos e fomos fazer Joana sentir tudo o que queríamos. Enquanto eu beijava Joana, descendo até seus seios, Viviane foi provar o sabor da intimidade dela. Joana se revirava a cada sensação que Viviane lhe causava, fazendo com que eu chegasse a ter um ponta de inveja dela por estar ali. Afinal, Joana e eu somos namoradas e considero o corpo dela como sendo todo meu, ainda que estivesse ali, compartilhando com Viviane aquele momento a três.

Quanto mais a chuva lá fora aumentava, aumentava também a nossa excitação. Puxamos Viviane e a deitamos na cama. Para o clímax, Joana e eu encaixamos nossas bocas na intimidade de Viviane ao mesmo tempo, levando aquela pequena à loucura por ser sugada por nós duas. Ela gemia cada vez mais alto, enquanto Joana e eu nos rendíamos à diversão de domá-la completamente. Estávamos à vontade com aquela situação, pois era algo que queríamos e estava tudo perfeito, de acordo com a nossa fantasia. Me levantei e usei meus dedos dentro de Viviane, enquanto Joana a tocava de forma circular, causando um nítido arrepio em sua pele. Viviane me puxou e me beijou, me chamando de “delícia”.

Fomos chegando ao clímax daquela tarde, o ponto culminante, sentindo nossos corpos atingirem os seus limites e nos rendendo à vontade de sentirmos nossos ápices explodirem e tomarem conta de nós. Era o que mais queríamos. Me deitei, encaixando meu corpo ao de Viviane, roçando com ela, enquanto Joana se deitou ao lado e colocou a mão de Viviane em sua intimidade. Ficamos assim até que Viviane não resistiu e deixou seu ápice vir à tona, se entregando ao cansaço.

Como presente para ela, me levantei e me sentei sobre Joana, cavalgando seu corpo sob os olhares encantados de Viviane, que nos olhava sorridente, assistindo a nossa performance. Joana e eu sucumbimos ao prazer e à excitação e chegamos juntas aos nossos ápices. Pronto, estávamos plenamente satisfeitas.

Fomos tomar uma ducha e namoramos bastante lá dentro, com mais carícias, toques, línguas e beijos. Terminamos o banho e fomos para a cama, onde nos deitamos e ficamos assistindo a chuva bater naquela janela gigante do quarto, aproveitando aquele resto de tarde juntas. Foi realmente uma tarde inesquecível para mim e para Joana e reveladora para Viviane.

Nada foi o mesmo depois daquilo. Agora, os momentos meus com Joana ganharam um tempero todo especial. Viviane se tornou nossa amante. Sempre que podemos, a trazemos para a nossa cama. Já tive meus momentos exclusivamente com a Viviane, assim como Joana, mas sempre que podemos estar as três juntas, seja a que horas for, entregamos toda a nossa excitação umas às outras, vivendo momentos perfeitos e apaixonados. Viviane trouxe ainda mais calor para a nossa cama e nos envolvemos de uma maneira toda nossa. Hoje somos três garotas que se amam e que dividem as mesmas experiências, as mesmas vontades, além da mesma cama.

Autor Ismael Faria
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

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Meu nome: Maria Fernanda. O nome dele: Felipe. Duas gerações que compõem essa narrativa de uma maneira deliciosa. Eu, no alto dos meus 46 anos, idade que eu, agradecida, não aparento. Já ele, com seus 21 anos, cabelos cacheados e uma jovialidade envolvente, capaz de fascinar qualquer garota da idade dele, me olhou sem parar naquela noite. Era um bar lotado de pessoas das mais variadas faixas etárias, mas dominada pela juventude que se mostrava eufórica com a música e o ambiente. Na minha mesa, estavam a Valéria e a Amanda, que mais estavam interessadas em dois rapazes que estavam na mesa ao lado, trocando olhares com elas. Felipe estava sozinho no bar, lançando aquele olhar desconcertante, penetrante e direto.

Fui retocar a maquiagem, deixando minhas amigas naquela troca de olhares charmosos com aqueles rapazes.

Enquanto eu estava cuidando para que a minha maquiagem estivesse perfeita, eu me sentia quente, pois sabia que aquele olhar não me abandonaria em momento algum até que algo acontecesse. Quando voltei, Valéria e Amanda já dominavam a pista.

Me sentei e continuei bebendo, enquanto buscava entender como aquele rapaz estava fora da minha linha de visão. Quando achei que era algo apenas fugaz e passageiro, eis que Felipe se senta ao meu lado e me olha, se apresentando. Meu coração acelerou e minha respiração ficou fraca, como se me faltasse o ar, mas me mantive firme. Eu não podia me mostrar tão acessível, ainda mais com alguém tão jovem.

Bebemos e a conversa de Felipe se mostrou agradável e inteligente, diferente de outros da faixa de idade dele. Aceitei o fato de ele estar apenas conversando, pois, convenientemente, Felipe não demonstrou segundas intenções diretamente. Quando perguntei a ele o motivo daqueles olhares, ele não titubeou e respondeu francamente que não havia mulher ali que o interessasse mais do que eu. Achei graça e dei uma risada leve, descontraída com o gracejo de Felipe, que me perguntou se eu queria ir para um lugar mais tranquilo para conversarmos. Longe de mim aceitar tão prontamente a proposta, dizendo a ele que estava bom ali mesmo. Por dentro, aquele rapaz me deixou intrigada, pois a diferença de idades me fez pensar.

Enquanto Amanda e Valéria dançavam ao som daquele sertanejo, envolvidas pelos rapazes que com elas estavam, Felipe me envolvia cada vez mais naquela conversa charmosa e resolvi ceder aos encantos dele, querendo descobrir onde aquilo tudo iria terminar. Confesso que eu queria mesmo que algo me provocasse plenamente naquela noite. Eu já estava mesmo cansada de não provar o sabor de outra boca e Felipe tem uma boca maravilhosa e atraente.

Chamei Amanda e contei a ela que iria sair dali na companhia de Felipe para algum lugar. Eu queria jogar aquele jogo até o final. Saímos do bar e fomos para uma praça, onde caminhamos por algum tempo, pois a noite estava linda demais. Felipe foi um cavalheiro galante, cheio de elogios gentis a minha pessoa. Eu ri como há tempos não acontecia.

Quando Felipe mostrou suas intenções, eu o adverti sobre a diferença de idade entre nós dois. Sem se importar com isso, ele simplesmente pegou minha mão e me olhou profundamente, como se seus olhos me enxergassem intimamente. Eu tentei resistir, mas, ao ver aqueles lábios se aproximando dos meus, me deixei levar.

Felipe tem os lábios mais puros que já beijei, mas o beijo que ele me deu foi tomando uma força intensa e maravilhosa, que me impulsionava. Era como se eu estivesse voltando a ser jovem com ele ali. Quando as mãos dele me seguraram a cintura, eu já senti onde tudo iria acabar. Não pensei duas vezes e o levei para minha casa.

Ao entrarmos, Felipe logo me segurou firme, me conduzindo para o quarto. Nossa! A sensação de ser colocada contra a porta me deixou acesa. Felipe estava usando um perfume embriagante, que me deixava com mais vontade dele, me livrando dos pudores da minha idade me permitindo ser dele.

Quando Felipe se atreveu a colocar sua mão dentro da saia do meu vestido, puxando minha lingerie para fora, eu já respirava profundamente, soltando gemidos. A mão dele entrou e começou a me tocar tão gostoso que eu me arrepiei toda. Levei minhas mãos para trás e segurei firme os cabelos de Felipe, apoiando minha cabeça em seu ombro. Aqueles dedos macios me fuçaram com força, provocando todos os meus instintos. Eu estava enlouquecendo com aquelas carícias.

Entramos no quarto e Felipe me sentou à beira da cama, levantando bastante a minha saia e abrindo-me as pernas. Quando a boca dele se encaixou em minha vulva, o choque daquela sugada me deixou desnorteada. Eu gemia fortemente, querendo gritar, mas me continha até certo ponto. Eu abracei a cabeça dele, segurando aqueles cachos, enquanto Felipe me sugava e me deixava sem chão com aquilo. Nunca havia sentido tamanho prazer em minha vida. Esqueci até a diferença entre nossas idades e deixei aquele garoto fazer o que ele quisesse comigo.

Me deitei na cama e Felipe continuou a beber meu néctar, que escorria à medida que ele fazia movimentos com lábios e língua em minha vulva. Quando Felipe parou, a única meta era tirarmos nossas roupas e transarmos da maneira mais deliciosa possível.

Quando senti aquela boca em meus seios, meu corpo instantaneamente respondeu aos estímulos. Eu estava louca por aquele rapaz e surpresa por alguém tão novo me dominar na cama daquele jeito. Felipe me fez sentir tudo o que eu queria há tempos, pois eu estava bem resolvida com a minha vida de solteira. E justamente aquele rapaz estava me levando ao delírio.

Também quis mostrar para Felipe do que eu sou capaz. Rolei-o para baixo e beijei aquele corpo todo, sentindo o sabor e o calor da pele dele em minha boca. Estava uma delícia. Quando cheguei àquele membro, eu o envolvi lentamente em meus lábios, como se eu estivesse provando uma fruta cálida e saborosa. Felipe não se fez de rogado e puxou meus cabelos, me estimulando a aumentar o ritmo das minhas sugadas.

Não aguentei e montei nele como em um cavalo, sentando com força e usando minha vulva para apertar aquele membro dentro de mim. Apoiei firmemente minhas mãos no peito dele e quiquei rapidamente, alternando com reboladas intensas. Felipe foi à loucura com aquilo. Uma mulher, ainda mais na minha idade, sabe o poder que tem sobre um homem, ainda mais alguém tão jovem quanto Felipe.

As mãos de Felipe vieram a minha cintura e me seguraram com tudo, enquanto eu me deliciava naquela posição. Eu estava deixando aquele rapaz eufórico. A excitação dele era nítida na expressão dele e eu queria que aquela transa fosse perfeita, usando toda a minha essência para deixa-lo louco de prazer.

E que mulher não adora ser pega em quatro apoios por alguém tão viril e cheio de energias? Pois foi o que eu quis. Me virei e deixei Felipe me pegar com vontade. Eu queria sentir cada estocada, cada movimento dele dentro de mim. Eu rebolava e o fazia sentir que eu estava dando o ritmo daquele prazer todo, mas não tirando dele nenhum direito de achar que estava arrasando comigo. De fato, ele estava mesmo.

Quando Felipe ficou bem atrás de mim, colando aquele corpo no meu, eu senti o membro dele pulsando intensamente dentro de mim, me fazendo sentir ainda mais prazer. As mãos firmes dele agarraram meus seios por algum tempo, até que uma delas desceu à minha vulva e me tocou em movimentos circulares. Era um prazer duplo, pois sentia aqueles movimentos me deixarem ainda mais molhada, enquanto também sentia aquele membro delicioso indo e vindo dentro de mim.

Quando Felipe me deitou e veio com tudo por cima de mim, tranquei o corpo dele com as minhas pernas, dizendo que ele só sairia dali se me deixasse totalmente satisfeita e me fizesse sentir meu ápice explodir. Claro que ele entendeu a mensagem e não parou mais.

Após um momento de intenso prazer e excitação, Felipe me levou ao ápice a ponto de me fazer me derramar inteira, enquanto ele saiu de mim e levou minha mão ao seu membro, me pedindo para tocá-lo até fazer com seu ápice derramasse em minha mão e sobre o meu corpo. Terminamos ali a nossa noite. Tomamos um banho, bebemos alguma coisa e ficamos conversando até que o sono viesse.

Na cama, antes de dormir, Felipe me abraçou por trás e a mão dele deslizou por dentro da minha camisola, indo outra vez à minha vulva, me fazendo ficar molhada outra vez. Sem energias para transarmos novamente, apenas deixei que ele ficasse ali, provocando meu corpo a sentir mais prazer. Ah, minhas amigas! Naquela noite, tive um sono dos mais agradáveis, ao lado daquele menino, que se portou comigo como homem nenhum fez antes.

Autor Ismael Faria
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Meu nome é Letícia e meu desejo de mulher tem nome e formas absolutamente sedutoras: Natali. Naquela noite de Lua Cheia, a sós à beira da piscina do meu apartamento, estávamos a desfrutar do frescor da água, mas ambas queimando por dentro, como desejos aflorados e a libido nos empurrando uma em direção da outra. Nós flertávamos dentro da piscina, ansiosas para encaixarmos nossas bocas e nos desnudarmos dos nossos maiôs, promovendo um contato maravilhoso entre nossos corpos.

A todo instante, Natali me circundava ao nadar, deslizando aquelas mãos macias em meu corpo, especialmente entre as pernas, me provocando da forma mais maliciosa. Como eu poderia resistir a tamanha provocação? Nossos olhares se procuravam e aquele água estava agradável a ponto de querermos transar ali mesmo, com a Lua nos abençoando. O céu noturno limpo permitiu que a luz da Lua fosse como um holofote sobre nós duas, criando um cenário perfeito para uma noite de amor.

De repente, um toque mais ousado, causando um efeito cascata dentro de mim. Eram dedos faceiros.

Meu corpo reagia na mesma intensidade, querendo, sentindo, energizado por uma força condutora chamada prazer.  Natali sabia exatamente como me deixar em estado hipnótico, esperando para ser dela. Ela brincava comigo, aproximando sua boca da minha sem me beijar, apenas insinuando que o faria. Que tortura maravilhosa.

Enfim, pude sentir a boca de Natali colar na minha e trocamos o primeiro beijo daquela noite. Envolvidas com tamanha troca, nossas mãos nos buscavam, procurando aquele tato gostoso, que nos colocou prontas a nos amarmos calorosamente. O desejo de tirar aquele maiô do corpo de Natali e sentir mais uma vez em meus lábios o sabor daquela pele só aumentava cada vez mais.

Natali parecia ler a minha mente e saber o que se passava dentro dela. Foi quando eu senti uma perna dela se colocar entre as minhas e Natali começar a roçar em mim. Aquele movimento me enlouquecia e me provocava demais. Eu não resistia, querendo mais. Natali colocou a mão em meu peito e sentiu meu coração acelerar, dando uma rizada atrevida.

Havia uma adrenalina que me tomava e me fazia enlouquecer. Como se não bastasse, Natali, sabendo meu ponto fraco, veio com aquela boca em meu pescoço e aquela língua subiu dali para minha orelha, onde ela me deu mordidas leves e provocantes.

Aquela vontade sem medida alguma de sentir o corpo de Natali com meus dedos, mãos, boca e o que eu mais pudesse usar a meu favor me consumia. Me sentando na escada da piscina, Natali apenas afastou para o lado o fio do meu maiô, expondo minha intimidade para que ela pudesse dali sugar a minha excitação em forma líquida.

Eu joguei meu corpo para trás e levei minha mão aos meus lábios, ofegando e gemendo enquanto Natali me provocava com os movimentos que a língua dela fazia em mim. Eu queria gritar, mas me contive para que não acordássemos algum vizinho que pudesse nos atrapalhar.

Saímos da piscina e Natali veio me beijar de uma forma ainda mais intensa, enquanto abaixava as alças do meu maiô, revelando meus seios aos olhos dela. Me olhando fixamente, Natali a passou a sugá-los.

Em resposta à Natali, alisei seus cabelos e depois os segurei firmemente, enquanto ela se aproveitava do meu corpo entregue. Minha respiração era totalmente descompassada, como se realmente Natali me tirasse o ar. Ela apenas subiu ao meu pé do ouvido e me disse: “Quero você todinha”.

O som daquelas palavras entrou meus ouvidos como um se fosse uma melodia que me levava ao transe. Passei a ficar ainda mais excitada, pois aquelas palavras, somadas às carícias que ela me dava, me transportaram para outro plano.

Natali parou do nada o que fazia em mim e se pôs de pé à minha frente, se livrando do maio e exibindo aquele corpo que eu tanto adoro ver, fazendo um show privado para mim, ao se colocar de joelhos e se tocar, tanto na intimidade quanto em seus seios, mordendo os lábios e me olhando fixamente.

Minha situação cardíaca não era mais a mesma e eu respirava como se o ar não entrasse e meus pulmões. Natali se aproximou de mim engatinhando, me olhando fundo até que se colocou sobre mim e me beijou calorosamente, de forma lenta e suave.

A língua de Natali passou em meus lábios como se fosse um batom. Não apenas eu, mas ela gemia gostoso demais com tal assédio. Eu sentia minha intimidade ficar cada vez mais molhada, escorrendo muito, pois, enquanto Natali me beijava, ela ainda introduziu seus dedos nela. Eu sentia minha intimidade pulsar enquanto aqueles dedos formavam um gancho dentro de mim, em movimentos de vai e vem.

Ansiosa para ir além, Natali tirou meu maiô e ficamos nuas, finalmente. Ela desceu aquela boca por todo a extensão do meu corpo, usando a língua em linha reta, provocando ainda mais reações em meu corpo. Quando ela alcançou minha intimidade, com aquele encaixe perfeito, eu senti uma sugada fortíssima lá embaixo e minha visão ficou turva, como se eu estivesse perdendo a consciência, devido ao prazer fantástico que me conduzia naquele momento.

Natali ainda iria me provocar mais, me virando de costas para ela e se deitando sobre mim, com a mão em minha intimidade, fazendo com que seus dedos me tocassem de forma circular, me fazendo escorrer bastante. Natali ainda me mordia a ponta da orelha e também lambia ali.

Soprando palavras provocantes e juras apaixonadas, Natali me provocava cada vez mais e me deixava em um transe absoluto. Quando ela me ergueu e se colocou embaixo de mim, encaixando minha intimidade na boca dela, eu passei a rebolar, sentindo aquela boca macia e aquela língua gostosa me deixarem de pernas bambas. Eu mal conseguia me manter de joelhos para que Natali continuasse, pois eu nem mesmo queria que ela parasse.

Desci e encaixei minhas pernas nas de Natali, começando a roçar fortemente a minha intimidade na dela. Eu precisava daquela sensação, pois Natali estava tão molhada quando eu. Natali puxava meus cabelos com toda a vontade, enquanto nossas bocas trocavam um beijo intenso e lento.

Eu já não segurava mais meus gemidos, que queria se libertar e ecoar naquele por aquele céu aberto sobre nós duas. Então, deixei que eles saíssem, ato repetido por Natali. Ergui meu corpo e levei minha mão até a intimidade dela, fazendo movimentos rápidos e precisos, deixando-a atordoada. Desci e fui beber o mel escorrendo de Natali. O sabor era doce e sua textura era uma delícia de sentir na boca.

Puxei Natali para a piscina e ela boiava na água, enquanto eu continuava sugando-a, para o meu deleite. O calor da água era como um combustível, pois o conforto de estar ali dentro, somado ao prazer da nossa transa, nos fazia sentir mais excitação ainda. Brincávamos com nossos corpos.

Natali me puxou e me levou para perto da escada da piscina e cruzou pernas comigo, roçando comigo dentro da água. A sensação foi indescritível. Nos pegávamos e nos beijávamos, apaixonadas demais uma pela outra e atraídas como se uma força nos levasse uma para a outra. De repente, Natali parou e colocou aqueles dedos novamente em ação dentro de mim. Foi o clímax que eu esperava. Eu agarrei e flutuei na água, sendo segurada por ela, enquanto seus dedos brincavam lá dentro, fuçando minha intimidade em todas as direções possíveis. Mandante daquele instante, Natali me conduzia por toda a extensão da piscina, me fazendo ter fortes sensações dentro mim que eu não conseguia sequer entender. Aliás, nem fazia força. Me bastava sentir apenas, pois eu queria mais que nunca sentir aquele prazer todo e me entregar pra ela. Então, estava tudo certo.

Saímos outra vez da piscina, nos deitando à beira dela, onde, mais uma vez, deixamos nossas intimidades coladas uma à outra, roçando já com a intenção de provocar nossos ápices. Natali segurava a borda da piscina, enquanto eu me remexia sobre ela. Escorríamos juntas, mas nada de nossos ápices virem, o que era também perfeito, pois ainda tínhamos forças para transarmos até nos esgotarmos.

Eu fui ousada, colocando Natali em quatro apoios e a pegando com força, sentindo o corpo dela se choca contra a minha intimidade freneticamente. Naquele instante, já conseguíamos gemer mais alto e sem medo de sermos flagradas por algum vizinho. Foi a mais forte sensação que eu tive naquela noite.

Natali me deitou e veio por cima, roçar em mim, tirando meu último fôlego com um beijo arrasador, que não era capaz de abafar nossos gemidos. Eu sentia Natali escorrer, assim como eu. Sinal que nossos ápices não tardariam, como de fato não tardaram. Fomos levadas ao céu dos prazeres, nos derramando juntas, formando um só líquido a escorrer por dentre as nossas pernas. Estávamos exaustas, mas felizes demais por uma noite tão gostosa.

No depois, a única coisa a ser feita foi nos deitarmos na espreguiçadeira, contemplando aquela Lua e as estrelas que a acompanhavam naquela noite maravilhosa, até que o sono foi fazendo sua morada e nos levou a adormecer. O corpo de Natali estava tão quente e convidativo ao sono, que me deixei levar primeiro, tendo meus cabelos acariciados por ela. Enquanto eu dormia, uma pequena fração da minha consciência me fazia sentir um agradável conforto, tudo porque eu estava no aconchego dos braços dela.

Autor Ismael Faria
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Meu nome é Lavínia e o meu desejo de mulher sempre foi ter dois homens entre os meus lençóis. Sou assim, uma mulher à flor da pele, que se permite, que tem sensações, vontades, tesão e paixão. E, naquela noite, eu tinha a exata ideia de como minha noite terminaria e não seria deitada sozinha na minha cama, me satisfazendo apenas com meus dedos e acessórios.

Olhando o meu Instagram, vi uma publicação patrocinada de um clube na cidade, com todo o tipo de homens musculosos e atraentes que uma mulher poderia desejar. Eu queria aquilo. Me preparei e me vesti fatal, como meu melhor e mais sedutor vestido, usando o meu perfume arrasador. Eu estava pronta para uma noite de prazer.

Dirigi até o clube e entrei, me vendo entre tantos olhares, masculinos e femininos, admirados com a minha beleza e boa forma.

Eu caminhei sob aqueles olhares e fui me sentar no bar, pedindo um martini com azeitonas, enquanto esperava pelo grande show da noite: “Os Deuses Olimpianos”, conforme visto no anúncio do Instagram. Quatro deuses olimpianos: Hércules, Apolo, Dionísio e Hermes. Perfeitos, com seus corpos esculpidos.

Cada movimento daqueles corpos acendia em mim um puro estado de luxúria. Eu me sentia quente e excitada. Aquele calor me queimava por dentro. Minha fantasia estava ali, multiplicado por quatro. Assisti aquele show altamente interessada em saber com qual dupla eu iria me esbaldar. Entre as minhas pernas, eu sentia minha vulva molhar e escorrer pela lingerie. Por que me negar a experimentar tamanha emoção?

A proprietária do bar notou a minha presença e os meus olhares, bem como a mordida de excitação em meus lábios. Aproximando-se de mim, ela começou a me perguntar sobre o meu interesse no show. Fui categórica com ela ao dizer que eu estava inclinada a ter dois daqueles deuses em minha cama. Aos risos, ela simplesmente me pediu para escolher quais eu queria e eles seriam meus. Logo senti minha vulva se contrair e escorrer.

Pedi a ela os nomes daqueles quatro, para que eu soubesse quem eu iria escolher. Acabei optando por Hércules e Apolo. A proprietária do clube apenas me pediu que eu aguardasse o fim do show e se retirou, indo aos bastidores, aumentando a minha ansiedade.

Assim que aquele show acabou, continuei a tomar mais alguns drinks, até que a proprietária voltou e me pediu para acompanhá-la. Subimos para um andar reservado e fomos por um corredor até a porta de uma suíte que há ali. Quando entrei, me impressionei com o luxo e o requinte. Ela me disse para ficar a vontade e me sentar. Nesse instante, entrou um garçom com bebidas e um balde com gelo. Realmente me senti acariciada por tamanha atenção.

Quando ela ia se retirar, eu aproveitei para saber o nome dela. Quão conveniente foi saber que ela se chama de Afrodite. Antes de sair, ela ainda se aproximou de mim podíamos sentir a respiração uma da outra. Foi quando ela me disse bem baixinho, ao pé do ouvido: “A próxima a ter você serei eu”. Afrodite se despediu de mim com beijo leve em meus lábios, ao qual eu não resisti.

Quando ela saiu, as luzes se apagaram do nada e eu passei a respirar ainda mais fundo. Luzes vermelhas se acenderam e, pela outra porta, entraram aqueles dois Deuses gregos. Fui imediatamente envolvida por aqueles dois corpos. Hércules chegou bem perto e se apresentou: Michael. Por trás, ao pé do ouvido, o outro: Ricardo.

Seduzida e provocada, meu corpo se entregou à todos os instintos mais ousados e me deixei levar pela minha fantasia. Como se estivessem lendo meus pensamentos, tive minha boca beijada por Michael e meu pescoço mordido levemente por Ricardo, enquanto minhas roupas foram saindo do meu corpo peça por peça, ficando eu apenas coberta por minha lingerie. Ricardo ainda foi atrevido e desceu as mãos dele pela minha cintura e uma delas entrou em minha lingerie, me tocando. Ao pé do ouvido ele sussurrou, olhando para o amigo: “Olha só com ela está molhada”.

Michael ousou mais ainda e, quando dei por mim, ambos estavam com suas mãos lá, me tocando e me provocando. Um calor absurdo passou pelo corpo todo e me deixou louca de excitação. A boca de Michael se colou a minha e eu já estava ardendo de desejo. Era um beijo lento, que me fazia gemer e buscar o fôlego.

Ricardo me guiou até a cama e me deitou ali. Enquanto Michael tirava minha lingerie e encaixava aquela boca em minha vulva, Ricardo tirava meu sutiã e me sugava os seios. Eram duas bocas me matando de tanto prazer. Meu corpo se via perdido entre as carícias daquelas bocas.

O perfume de ambos me deixava embriagada, mas nem de longe eu me sentia tão transportada ao paraíso quanto com aquelas bocas, mãos e dedos me tocando inteira. Michael me sugava embaixo, enquanto Ricardo me beijava a boca e os seios. Não resisti e tirei aquele membro da calça e o segurei firme. Quando ambos pararam, eu apenas os vi se despirem e me mostrarem aqueles corpos divinos. Michael é um belo ruivo de olhos verdes, enquanto Ricardo tem belíssimos olhos cor de mel. A simples visão da nudez deles me entorpeceu os sentidos. Quando foi Ricardo a vir me sugar a vulva, Michael veio encaixar boca com boca comigo e me roçar aquela língua em meus seios. Eu já ansiava por irmos além.

Ricardo parou de me seguir e pegou uma bebida naquele balde, derramando-a em meu corpo, ele e Michael beberam. Aquela bebida fria não foi capaz de vencer o calor que eu estava sentindo. Minha vulva pulsava e se contraía de prazer. Até que eles tomaram a inciativa. Era hora de eu ser dominada naquela cama por aqueles dois garanhões. Michael se deitou e me colocou deitada sobre ele, me encaixando naquele membro delicioso, que pulsava de tão rígido. Que sensação em o ter dentro de mim.

Senti por trás Ricardo se encaixar em mim também. Era o meu corpo sendo invadido por aqueles dois membros maravilhosos, me preenchendo de um prazer sem limites. Eu nunca havia feito tamanha loucura em minha vida, mesmo eu sendo uma mulher tão ativa entre quatro paredes. Era a minha fantasia sendo realizada da maneira mais gostosa.

Os movimentos de Michael e Ricardo dentro de mim me enlouqueciam e as mãos deles me agarravam e me tocavam, me provocando cada vez mais. Eu gemia com toda a liberdade, pois estava no local mais que adequado para me permitir ser uma mulher atrevida. Aquele prazer estava me rasgando por dentro e eu queria mais.

Quando o ritmo aumentou, eu já me sentia escorrer de excitação. Eles sabiam o que estavam fazendo comigo e eu estava amando tudo aquilo.

Eu sentia meu corpo tremer e minhas pernas bambearem. Quando Ricardo me agarrou forte e me levantou, sem tirar seu membro de dentro de mim, eu sentia toda a virilidade dele e de Michael, no qual eu ainda estava sentada. Ricardo molhou os dedos dele em minha vulva, levando-os a boca. Ele apenas soprou no meu ouvido: “Que delícia”!

O calor em meu corpo e minha excitação atingiram níveis extremos. Eu me senti totalmente livre naquela transa, deixando meu corpo sentir cada estímulo provocar onda de choques de prazer em mim. Quando Michael afastou, foi apenas para que ele me deitasse de costas para ele, me invadindo por trás, enquanto Ricardo vinha pela frente. Foi simplesmente o auge do prazer que eles estavam me proporcionando. Eu estava inquieta, aflita com aquele prazer todo. E grata por ele.

Ricardo me beijava até que eu perder meu fôlego, pois eu precisava gritar, expressar em alto e bom som que eu estava maravilhada com aqueles dois. Eu sentia meu corpo arrepiar-se inteiro. Michael me tocou a vulva, rodopiando aqueles dedos nela. Eu escorria de forma descontrolada. Naquele vai e vem dentro de mim, os dois me provocaram intensamente.

Ricardo saiu de mim e veio com aquela boca faminta em minha vulva, se alimentar do meu líquido. Eu sentia uma revolução dentro de mim com aqueles dois. Eles não paravam, como se a excitação deles estivesse elava à décima potência. Ricardo parou de me sugar e usou os dedos dentro de mim, causando uma sensação extrema.

Eu empurrei Ricardo e me levantei, mandando Michael se sentar à beira no sofá. Me sentei naquele membro, sentindo minha vulva em chamas, e puxei Ricardo, colocando bem à minha frente, ângulo perfeito, pois passei a sugar o membro dele inteiro, enquanto eu rebolava sobre o membro de Michael. Era uma verdadeira loucura gostosa.

Ricardo puxava meus cabelos e os enrolava em seus dedos. Sentindo que ele não resistiria mais, deixou-se derramar. Tirei minha boca e fiz movimentos de vai e vem com as mãos no membro dele, fazendo ele chegar ao ápice. Exausto, Ricardo se deitou na cama e ficou olhando Michael me pegar com força e me levar ao ápice também. Senti meu ápice vir à tona, espirrando para fora. Eu mal conseguia sentir meu corpo e minhas pernas. Quando eu saí, foi a vez de Michael se derramar, pois ele também não se conteve.

Quando tudo acabou, Afrodite entrou no quarto e nos olhou de forma atrevida, como se ela quisesse ter participado de tudo aquilo. Ela me ofereceu um banho e eu me lavei inteira, como se a minha alma escorresse junto da água morna.

Recomposta após o banho, saí e não vi mais ninguém no quarto, além de Afrodite. Me vesti, me maquiei e arrumei meus cabelos, sob o olhar atento de Afrodite. Quando fomos nos despedir, Afrodite se aproximou perigosamente de mim, roubando de mim um beijo do qual, novamente, eu não fugi. Ao contrário, a boca de Afrodite tinha um sabor especial, uma sensação de que eu estava prestes a me excitar novamente.

Ficamos alguns instantes nos beijando sem cessar. Nossas mãos nos pegavam e nossos corpos exerciam uma forte pressão um contra o outro. Chegamos quase ao ponto de tirarmos nossas roupas e nos jogarmos naquela cama para fazermos amor deliciosamente. Mas paramos aquele beijo, com uma promessa de teríamos nosso momento à duas. Trocamos telefones e nos despedimos com mais um beijo gostoso. Quando entrei em meu carro, recebi uma mensagem de Afrodite: “Agora, quem te quer, sou eu”. Fui para casa, já sabendo que esse encontro não tardaria.

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